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terça-feira, 9 de julho de 2013

A visita do tio Roberto



Um dia meu tio Roberto veio em casa nos visitar. Meu pai ficou todo contente, porque fazia tempo que não se viam. Ficaram na sala conversando meu pai, minha mãe e meu tio. Falando um pouco de tudo e bebendo.
Eu fiquei jogando video game, deitado no tapete na frente na tv, perto deles. De vez em quando eu dava uma olhada pra eles, mas nem prestava atenção na conversa. Eu tava concentrado no jogo.
Tio Roberto era um coroa da mesma idade do meu pai. Bonito, saradão. Tava sempre viajando, então tinha muita historia pra contar. E os tres la falando e rindo. E da-lhe cerveja, e da-lhe tequila. Chegou uma hora, é claro, os dois tavam bebão, só falando besteira e rindo muito. Ai minha mãe saiu de perto.
Eu tava deitado de bruços no tapete, só com um shortinho de malha, bem apertado, que mostrava meu bumbum redondinho, sem nada por baixo. Reparei que de vez em quando meu tio dava umas olhadas pra minha bunda, mas nem liguei. Fiquei na minha, jogando.


Na hora do jantar chamaram pizza. Comemos juntos na mesa, e os dois tomando mais cerveja, falando sem parar.
Ai voltamos pra sala. Deitei no tapete e começei a jogar de novo, e meu pai e o tio Roberto, na conversa deles que não acabava mais, sempre fazendo brindes com tequila.
Meu tio as vezes tentava puxar assunto comigo, mas eu respondia qualquer coisa rapido, porque tava mais interessado no meu game, e ele não perdia a oportunidade de ficar secando meu bumbum apertado no shortinho.
Resolvi provocar meu tio só de zoa. Dei uma puxada no shortinho, bem pra cima, deixando uma parte da minha bunda lisinha toda de fora. Agora que ele não parava de olhar mesmo. E as vezes acariciava sua mala volumosa no meio das pernas, me encarando.


 Meu pai lokão das tequilas nem percebia nada.
Aquilo começou a me dar tesão. Mesmo sabendo que não ia dar em nada, afinal ele era meu tio, e a gente tava na minha casa, resolvi ousar mais ainda nas provocações.
Fingindo que tava distraido com o jogo e ficava me mexendo sobre o tapete. Abria as pernas, empinava o bumbum, puxava o shortinho mais pra cima, exibindo a bundinha. Ai fiquei de quatro e olhei pro meu tio, com a carinha mais inocente do mundo. Percebi que minhas provocações tinham excitado meu tio, mais do que eu imaginava.
Ele abriu as pernas e não acreditei no que vi. Sua rola tava completamente dura. Era enorme, grossa e ele acariciava por cima do tecido da calça, me encarando com os olhos famintos e passando a lingua nos labios.


Me virei pra tv, deitei no chão e continuei a jogar, antes que alguem percebesse.
Já estava ficando tarde, e finalmente tio Roberto falou “Bem, a conversa ta muito boa, mas infelizmente, tenho que ir” minha mãe apareceu de repente e falou “Nem pensar! Bebado desse jeito voce não vai a lugar nenhum” pegou a chave do carro da mão dele, e virando pra mim “Dri, voce vai dormir no quarto da sua irmã, e o tio Roberto, dorme no seu”.
Meu tio olhou pro meu pai e os dois cairam na risada. Ai cada um foi pro seu quarto.
Minha irmã tava na casa de uma amiga, então eu podia dormir de boa no quarto seu quarto. Tomei um banho no banheiro dela e lembrei que não tinha nada pra vestir.
Enrolado na toalha, fui pro meu quarto, buscar o pijama.
Quando entrei, tio Roberto tava tomado banho no meu banheiro. Fui na cama pegar o pijama, quando de repente ele sai do banheiro todo peladão. Fiquei ali parado olhando pra ele, sem saber o que fazer.
O tio Roberto, tinha um corpo lindo, todo musculoso, com a pele bronzeada de sol, mas o que me chamou mais atenção foi sua rola. Era grande e grossa, com um par de bolonas firmes. “Eu só vim... errr... meu pijama” gaguejei. Ele riu e sentou na cama “Pode pegar seu pijama tranquilo, Dri” falou sentando na cama com as pernas abertas, se exibindo todo.


Ainda fiquei ali parado, olhando pra sua rola, de boca aberta. Ele sorriu pra mim, pegou o pau enorme na mão e começou a punhetar, me encarando, com um olhar bem safado.
Então fui pegar meu pijama em baixo do travesseiro e meu tio arrancou minha toalha, me deixando peladinho. Ele ficou louco com a visão do meu corpo nuzinho e me devorava com os olhos. Punhetando mais forte aquela rola enorme que ja tava completamente dura.


De repente me agarrou e me puxou pro seu colo, me abraçou e começou a esfregar sua rolona quente no meu bumbum “Aaai paaara, tio. Voce ta bebadooo” e ele me apertando mais “Sobrinho lindo, fica comigo” Senti seu pauzão duro, apertado na minha bundinha. Me deu um calor estranho, gostoso, mas falei “Me larga, eu não querooo” ai consegui me soltar e sai correndo peladinho pro quarto da minha irmã.
Tava uma noite quente, e pra não dormir pelado, vesti uma calcinha dela e deitei de bruços na cama, por cima da colcha.


A visão do tio Roberto pelado e sua rola enorme, não saia da minha cabeça. Lembrei do calor do seu corpo me abraçando e tremi de tesão. Perdi o sono completamente. Senti o elastico da calcinha apertado no meu bumbum e começei a passar a mão na minha bunda, sentindo aquele tecido fino e macio, acariciando minha pele.
Sentei na beira da cama e começei a olhar em volta. Acendi o abajur do criado mudo e fui abrindo as gavetas pra ver o que tinha dentro. Fiquei bobo quando vi que no fundo de uma delas, tinha um vibrador e um tubo de gel lubrificante “Ooolha que vadia a minha irmãzinha” pensei e ri.
Na verdade curti muito ter achado aquilo. Era exatamente o que eu tava precisando naquele momento.
O vibrador era de tamanho médio, todo prateado. Devia ter uns 15x3cm. Enfiei na boca e fiquei chupando, imaginando que fosse uma rola bem gostosa.


Deitei na cama, abaixei a calcinha e passei o gel no meu cuzinho, que piscava de tesão. Liguei o vibrador e encostei no anelzinho. Fiquei brincando com ele só por fora, sentindo aquela vibração deliciosa. Ai começei a enfiar devagarinho, enfiando e tirando, enterrando o vibro cada vez mais fundo, até sentir tudo dentro.
Fiquei um tempo com ele parado, todo enfiado, vibrando dentro de mim, me deliciando com a sensação. Então empinei o bumbum e começei a fazer um vai e vem com o vibro. Puxava até quase sair e depois enfiava até o fundo. Fui fazendo esse movimento cada vez mais rapido, rebolando na minha mão. Aquilo tava uma delicia.


De repente a porta do quarto abriu. Era o tio Roberto! “Aaaai, nauuuum” falei. Ele ficou um instante parado com os olhos brilhando de tesão. Entrou e fechou a porta. Abriu um sorriso bem safado e disse “De calcinha, com um vibrador enfiado na bunda” e riu, bem cafajestão.
Puxei o vibro pra fora do meu bumbum, levantei a calcinha e fiquei olhando pro meu tio com cara de bobo. Eu gelei, não sabia o que fazer, fiquei vermelho, morrendo de vergonha.
Meu tio tava com o pau duraaaço, latejando. “Tenho aqui o que voce esta querendo” falou, balançando o pintão pra mim. Pegou ele com força e começou a punhetar, me devorando com os olhos.
Levantei e tentei correr pro banheiro, mas ele me agarrou e me abraçou, esfregando aquela rola enorme, dura e quente na minha barriga. “Não tiuuu, paraaa” e ele nem ouvia. Ficou se esfregando e passando a mão na minha bunda, por cima da calcinha. “Me largaaa, eu não quero” Ele me apertou mais forte, enfiou a mão por dentro da calcinha, e aproveitando meu cuzinho cheio de gel, meteu o dedo bem fundo. Me arrepiei todo. Começou a beijar e morder meu pescoço.
Sentindo o calor do seu corpo masculo, sua rola grossa apertada em mim, foi me dando uma coisa assim, né e fui amolecendo no seu abraço. Ele passou a enfiar e tirar seu dedão grosso do meu cuzinho. Aquilo começou a me dar muito tesão, então me entreguei. Relaxei o corpo, empinei o bumbum e começei a rebolar na sua mão “Hmm, é assim que eu gosto, nenem” ele falou.
Então sentou na beira da cama, com as pernas abertas, se oferecendo todo. O pau enorme todo duro, apontando pra mim.


Ajoelhei entre suas pernas, peguei o seu pau e fiquei punhetando devagarinho. Sua pica era linda. Grande, grossa, bem maior que o vibrador da minha irmã. Devia ter uns 22x6cm. As veias bem saltadas e a cabeçona rosada, toda brilhante. Aquela tora deliciosa tava dura, quente, pulsando de desejo na minha mão. Dei um beijinho na glande, passei a lingua nela toda e começei a chupar com vontade.
Depois fui lambendo e beijando a rola inteira, descendo até o saco. Lambi e chupei suas bolonas cheias e duras. Meu tio acariciava meus cabelos “Assim, delicia. Chupa gostoso” fui subindo com a lingua e voltei a chupar e punhetar sua rola com força. Tio Roberto tremia de tesão. Pegou minha cabeça com as mãos e ajudava no movimento de vai e vem.
Então ele estremeceu deu um urro abafado e gozou. Foi soltando varios jatos de porra quente e densa na minha boca. Eu engoli um pouco, depois tirei o pau da boca e punhetando sem parar deixei ele esporrar na minha cara e no meu peito. Enfiei de novo na boca e chupei as ultimas gotas.
Ai ele me puxou, me empurrou pra cama e me fez deitar de bruços. Começou a beijar, lamber e morder minha bunda. Eu abri as pernas e empinei o bumbum. Ele começou a lamber meu cuzinho, por cima da calcinha, molhando o tecido com sua baba quente. Puxou o elastico da calcinha pro lado, enfiou a cara no meio da minha bundinha e meteu a lingua no meu cuzinho. Enfiava a lingua, chupava, lambia me deixando louquinho, tremendo de prazer, gemendo baixinho.
Então me puxou pela cintura e me colocou de quatro. Passou gel e encostou o cabeção do pau no meu anelzinho. Me arrepiei todo.
Começei a tirar a calcinha pra ficar com o bumbum livre, e ele “Não, não princesa. Fica assim. Voce fica um tesão nessa calcinha” então ajeitei ela mais pro lado, abri bem as pernas e arrebitei o bumbum, doidinho pra sentir aquela rola maravilhosa me fodendo.


Meu tio foi forçando com carinho mas com firmeza até que meu cuzinho alargou e a cabeça enorme entrou dando um pulo. Gemi de dor e prazer.
Ele começou a fazer um vai e vem lento, enfiando a rola cada vez mais fundo. Ia e voltava suavemente, enterrando cada centimetro daquela tora cada vez mais fundo. Eu gemia baixinho. Até que suas bolonas quentes encostaram no meu bumbum. Ai ele puxava o pau até quase sair e enfiava de novo, lentamente, até o talo.
Foi aumentando o ritmo, fazendo o vai e vem cada vez mais rapido. Até que começou a bombar com força. Aquilo tava uma delicia. Eu empinava a bundinha pra ele e gemia de prazer “Ain tiuuu, me fodeee. Arromba meu cuzinho” e ele socava sua tora com força, batendo as bolas no meu bumbum a cada estocada “Que putinha gostosa. Rebola no caralho do titio” e eu gemia que nem aquelas minas de filme porno e rebolava gostoso naquela pica maravilhosa, gozando muito.
Meu tio me fodia, socando sem dó. Começou a me dar tapas bem fortes no bumbum, me fazendo gemer e gozar mais ainda. Bombava num ritmo alucinante, sem parar. Tava muito gostoso. Ai me agarrou forte pela cintura, enterrou a vara o mais fundo que podia e começou a gozar. Sem parar de bombar, foi soltanto jatos fortes de esperma quente e denso, inundando meu cuzinho todo.


Então deitou de costas na cama. Seu pau continuava duro que nem uma tora de lenha.
Ele olhou pra mim e falou “Monta aqui” sorri pra ele, e montei sobre seu corpo, sentando em cima do seu pau, esfregando de leve minha bundinha naquela rola dura, quente, pulsando de desejo. Meu cuzinho piscava de tesão.
Puxei o elastico da calcinha mais pro lado, ergui meu corpo, peguei no seu pau e encostei a glande quente e macia no meu anelzinho. Fui descendo devagarinho, rebolando, forçando a penetração. Meu cuzinho tava mais do que alargado e lubrificado, então o cabeção da sua rola entrou deslizando gostoso, me arrepiando todo de tesão.
Com movimentos rapidos de sobe e desce fui engolindo aquela tora grossa, até o talo.
Fiquei um tempo parado, só sentindo a delicia daquela rola quente toda enterrada em mim, esfregando a bundinha nas suas bolonas duras “Aaai que tesaaão, tiuu” ele me deu um tapão na coxa e ordenou “Cavalga, putinha!” Obedeci na hora. Começei a cavalgar de mansinho, sentindo o tesão de cada centimetro da sua rola, entrando e saindo do meu cuzinho. Fui aumentando o ritmo a cada socada, até que eu tava cavalgando selvagemente.
Meu tio acompanhava o ritmo socando por baixo, com movimento dos quadris, enterrando sua vara bem fundo. Eu delirava de prazer, cavalgando sem parar, gemendo como uma vadiazinha e gozando seguidamente, sentindo arrepios pelo corpo todo.
Cavalgar aquela rola grossa, sentindo ela me arrombando o cuzinho a cada socada era uma delicia. Eu gemia, rebolava, cavalgando sua rola sem parar.


Então ele estremeceu todo e começou a esporrar, soltou um jato, dois, e mais outro, enchendo meu cuzinho de esperma quente. Gozei mais outra vez junto com ele.
Me deitei sobre o seu peito suado, com sua tora grossa atolada dentro do meu cuzinho, ainda completamente dura. Fiquei rebolando de mansinho sobre ele, sentindo aquela coisona enorme, quente, deliciosa, dentro de mim. Meu tio acariciava meu bumbum empinado com as duas mãos. Ele estava todo suado, deixando no ar um cheiro delicioso de macho.
Tio Roberto me deu um tapinha na bunda, saiu debaixo de mim, e levantando me pegou pelo braço e me puxou pro banheiro. No box ficamos um tempo sentindo a agua morna escorrer pelos nossos corpos.
Eu tava de frente pra parede, meu tio atras de mim, me encoxando. Senti sua rola pressionada no meu bumbum, pulsando, crescendo, até ficar completamente dura. Empinei a rabeta e fiquei rebolando de mansinho naquela coisona dura e quente, encaixada bem no meio do meu rego.
Ele encheu a mão de sabonete liquido, ensaboou bem a minha bunda, ensaboou sua rola e ficou esfregando a glande no meu anelzinho.
Apoiei as mãos na parede, arrebitei o bumbum me oferecendo todo. Meu tio numa estocada só, enterrou metade da rola. O sabonete liquido e sua tora arderam gostoso dentro de mim. Dei um gritinho e forçei o bumbum pra tras engolindo seu caralho inteiro. “Aaai que tesaaaaum, tiu” ele agarrou minha cintura e começou a bombar com furia “Toma putinha, toma rola nessa bunda gostosa” eu me empinava mais e rebolava na sua vara, gemendo e gozando.
Ele socava forte, sacudindo meu corpo todo. Batia as bolas no meu bumbum. Até que suas mãos me apertaram com mais força, na cintura. Deu um grito abafado, enterrou sua vara o mais fundo que pode e gozou me enchendo de porra quente.


Me deu um tapinha na bunda e saiu. Fiquei mais um tempo debaixo do chuveiro, apoiado na parede, sentindo a agua acariciando meu corpo.
Na manhã seguinte, eu tava nuzinho no banheiro escovando os dentes, tio Roberto entrou, peladão tambem, me agarrou por tras e começou a esfregar sua rola quente no meu bumbum “Nauuum, tio. E se alguem entra aqui?” ele encaixou bem o pauzão que ja tava completamente duro, bem no meio do meu bumbum e me encoxando gostoso, falou “Seus pais foram no supermercado. Temos a manhã toda só pra nós” dei um sorrizinho safado pelo espelho da pia e começei a rebolar devagarinho na sua rola.


Essa sim era uma maneira bem gostosa de começar o dia.

2 comentários:

  1. Respostas
    1. vdd, vou solicitar ao departamento de redaçao tomar as devidas providencias

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